Você já pensou em investir na bolsa de valores, mas não sabe por onde começar? Você já ouviu falar em ações e daytrade, mas não entende bem o que são e como funcionam? Se você respondeu sim a essas perguntas, este post é para você. Neste post, eu vou te explicar o que são ações e daytrade, por que eles são formas populares de investir na bolsa de valores, e quais são os benefícios e riscos de cada modalidade. Além disso, eu vou comparar as principais diferenças entre investir em ações e fazer daytrade, e te dar algumas dicas para escolher entre eles. Ao final deste post, você vai ter uma visão mais clara sobre como começar a investir na bolsa de valores de acordo com o seu perfil, objetivo e disponibilidade.
Mas antes de entrarmos nos detalhes, vamos entender o que são ações e daytrade. Ações são partes do capital social de uma empresa. Quando você compra uma ação, você se torna sócio da empresa, e tem direito a receber uma parte dos lucros (dividendos) ou a participar das decisões da empresa (voto), dependendo do tipo de ação. As ações são negociadas na bolsa de valores, onde os investidores podem comprar e vender as suas ações a qualquer momento, de acordo com as variações de preço e demanda. O objetivo de investir em ações é obter lucro com a valorização das ações ao longo do tempo, ou com o recebimento dos dividendos.
Daytrade é uma modalidade de investimento que consiste em comprar e vender ativos financeiros (como ações, contratos futuros, opções, etc.) no mesmo dia. O objetivo de fazer daytrade é aproveitar as oscilações de preço dos ativos ao longo do dia, e obter lucro com as operações de curto prazo. Os daytraders utilizam ferramentas e estratégias específicas para analisar o mercado, identificar oportunidades, gerenciar riscos e executar as ordens. O daytrade exige um alto grau de conhecimento, experiência, disciplina e controle emocional.
Como você pode ver, investir em ações e fazer daytrade são formas diferentes de se relacionar com o mercado financeiro. Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens, e requer um perfil e um planejamento diferentes. Mas qual delas é melhor para você? É o que vamos descobrir logo a seguir. Acompanhe!
Começando por Ações

Ações são partes do capital social de uma empresa. Quando você compra uma ação, você se torna sócio da empresa, e tem direito a receber uma parte dos lucros (dividendos) ou a participar das decisões da empresa (voto), dependendo do tipo de ação. As ações são negociadas na bolsa de valores, onde os investidores podem comprar e vender as suas ações a qualquer momento, de acordo com as variações de preço e demanda. O objetivo de investir em ações é obter lucro com a valorização das ações ao longo do tempo, ou com o recebimento dos dividendos.
Existem diferentes tipos de ações, que se distinguem pelos direitos e preferências que conferem aos seus acionistas. Os principais tipos de ações são as ordinárias (ON) e as preferenciais (PN). As ações ordinárias dão direito a voto nas assembleias da empresa, mas não garantem prioridade no recebimento dos dividendos. As ações preferenciais não dão direito a voto, mas garantem preferência no recebimento dos dividendos, que podem ser fixos ou mínimos. Além disso, existem as units, que são pacotes de ações que podem conter tanto ONs quanto PNs.
Para identificar os tipos de ações, é preciso observar o código de negociação das mesmas na bolsa. O código é formado por quatro letras que representam o nome da empresa, seguidas por um número que indica o tipo de ação. Por exemplo, PETR4 é o código da ação preferencial da Petrobras, enquanto ITUB3 é o código da ação ordinária do Itaú Unibanco. O número 3 indica que se trata de uma ação ordinária, enquanto o número 4 indica que se trata de uma ação preferencial. Já o número 11 indica que se trata de uma unit.
Para investir em ações, é preciso ter uma conta em uma corretora de valores, que é uma instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a intermediar as operações na bolsa. A corretora cobra uma taxa de corretagem pela execução das ordens de compra e venda das ações, além de outras taxas e impostos que podem incidir sobre as operações. Por isso, é importante comparar as condições oferecidas pelas diferentes corretoras antes de escolher uma para investir.
O desempenho das ações depende de diversos fatores, como o desempenho da empresa emissora, o cenário econômico nacional e internacional, a oferta e demanda pelo papel no mercado, entre outros. Por isso, é fundamental analisar as informações disponíveis sobre as empresas e os setores em que elas atuam, bem como acompanhar as notícias e os indicadores econômicos que podem afetar o mercado de capitais. Além disso, é recomendável diversificar os investimentos em diferentes empresas e setores, para reduzir os riscos e aumentar as chances de obter bons resultados.
Investir em ações pode ser uma forma rentável e interessante de participar do crescimento das empresas e da economia do país. No entanto, também envolve riscos e requer conhecimento, planejamento e disciplina. Por isso, antes de investir em ações, é preciso estudar o assunto, definir seus objetivos e seu perfil de investidor, e seguir uma estratégia adequada ao seu perfil e ao seu horizonte de investimento.
Começando por Daytrade

Daytrade é uma modalidade de investimento que consiste em comprar e vender ativos financeiros (como ações, contratos futuros, opções, etc.) no mesmo dia. O objetivo de fazer daytrade é aproveitar as oscilações de preço dos ativos ao longo do dia, e obter lucro com as operações de curto prazo. Os daytraders utilizam ferramentas e estratégias específicas para analisar o mercado, identificar oportunidades, gerenciar riscos e executar as ordens. O daytrade exige um alto grau de conhecimento, experiência, disciplina e controle emocional.
Para fazer daytrade, é preciso ter uma conta em uma corretora de valores, que é uma instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a intermediar as operações na bolsa. A corretora cobra uma taxa de corretagem pela execução das ordens de compra e venda dos ativos, além de outras taxas e impostos que podem incidir sobre as operações. Por isso, é importante comparar as condições oferecidas pelas diferentes corretoras antes de escolher uma para operar.
Além disso, é preciso ter uma plataforma gráfica para daytrade, que é uma ferramenta que permite visualizar os gráficos dos ativos em tempo real, aplicar indicadores técnicos, traçar linhas de tendência, suporte e resistência, entre outras funcionalidades. A plataforma gráfica também permite enviar as ordens de compra e venda diretamente para a bolsa, agilizando o processo de negociação. Existem diversas plataformas gráficas disponíveis no mercado, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Algumas são gratuitas, outras são pagas. Algumas são instaladas no computador, outras são acessadas pela internet. Algumas são mais simples, outras são mais complexas. É preciso escolher a plataforma que melhor se adapta ao seu perfil e às suas necessidades.
Outra ferramenta que pode ser útil para o daytrade é o robô investidor, que é um software que executa as ordens de compra e venda dos ativos de forma automática, seguindo uma estratégia pré-definida pelo usuário. O robô investidor pode ser uma forma de economizar tempo e evitar erros humanos, mas também pode trazer riscos e limitações. Por isso, é preciso ter cuidado ao utilizar essa ferramenta, testando a estratégia em uma conta virtual antes de aplicá-la em uma conta real.
Além das ferramentas mencionadas acima, existem outras que podem auxiliar o daytrader em sua atividade, como aplicativos para mobile, ferramentas de análise e recomendação, calculadora de IR, entre outras. Essas ferramentas podem fornecer informações relevantes sobre o mercado, facilitar o acompanhamento das operações, ajudar no controle do risco e no cálculo do imposto de renda.
O desempenho do daytrade depende de vários fatores, como o comportamento dos preços dos ativos, o cenário econômico nacional e internacional, a oferta e demanda pelo papel no mercado, entre outros. Por isso, é fundamental estar atento às notícias e aos indicadores econômicos que podem afetar o mercado financeiro. Além disso, é recomendável ter um plano de entrada e saída do mercado, definindo os pontos de compra e venda dos ativos com base em critérios objetivos e racionais.
Fazer daytrade pode ser uma forma lucrativa e desafiadora de investir na bolsa de valores. No entanto, também envolve riscos e requer habilidade, preparação e dedicação. Por isso, antes de fazer daytrade, é preciso estudar o assunto, conhecer os ativos que pretende operar, definir seus objetivos e seu perfil de investidor, seguir uma estratégia adequada ao seu perfil e ao seu horizonte de investimento.
Segundo um estudo da FGV, apenas 0,1% dos indivíduos que fizeram daytrade em ações tiveram lucro médio de mais de R$ 100 por dia em mais de 300 pregões da bolsa. Além disso, apenas 5% dos daytraders experientes ganharam mais de R$ 10 mil por mês. Esses dados mostram como o daytrade é uma atividade difícil e competitiva, que exige muito estudo, prática e persistência. Portanto, não se iluda com promessas de ganhos fáceis e rápidos, e seja realista e cauteloso ao fazer daytrade.
Comparação entre ações e daytrade

Investir em ações e fazer daytrade são formas diferentes de se relacionar com o mercado financeiro. Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens, e requer um perfil e um planejamento diferentes. Mas qual delas é melhor para você? Para responder a essa pergunta, vamos comparar as principais diferenças entre investir em ações e fazer daytrade, considerando aspectos como rentabilidade, risco, tempo, conhecimento, disciplina, impostos, taxas, etc.
– Rentabilidade: A rentabilidade de investir em ações depende da valorização das ações ao longo do tempo, ou do recebimento dos dividendos. A rentabilidade de fazer daytrade depende da diferença entre o preço de compra e venda dos ativos no mesmo dia. Ambas as modalidades podem oferecer altos retornos, mas também podem gerar prejuízos. Não há garantia de rentabilidade em nenhuma delas. No entanto, estudos mostram que a maioria dos daytraders perde dinheiro no longo prazo , enquanto os investidores em ações tendem a ter resultados positivos no longo prazo .
– Risco: O risco de investir em ações está relacionado à volatilidade do mercado, à liquidez das ações, à qualidade da gestão da empresa, ao cenário econômico, entre outros fatores. O risco de fazer daytrade está relacionado à oscilação dos preços dos ativos no curto prazo, à alavancagem, à execução das ordens, à plataforma gráfica, entre outros fatores. Ambas as modalidades envolvem riscos elevados, mas o daytrade é considerado mais arriscado do que investir em ações, pois exige uma exposição maior ao mercado e uma tomada de decisão mais rápida e frequente.
– Tempo: O tempo de investir em ações varia de acordo com o horizonte de investimento do investidor, que pode ser de curto, médio ou longo prazo. O tempo de fazer daytrade é limitado ao mesmo dia, ou seja, o daytrader precisa encerrar todas as suas operações até o final do pregão. Investir em ações requer menos tempo do que fazer daytrade, pois não exige um acompanhamento constante do mercado. Fazer daytrade requer mais tempo do que investir em ações, pois exige uma dedicação integral ao mercado durante as operações.
– Conhecimento: O conhecimento de investir em ações envolve a análise fundamentalista, que consiste em avaliar os aspectos econômicos e financeiros das empresas e dos setores em que elas atuam. O conhecimento de fazer daytrade envolve a análise técnica, que consiste em avaliar os padrões gráficos dos preços dos ativos e os indicadores matemáticos que derivam deles. Ambas as modalidades exigem conhecimento específico e atualizado sobre o mercado financeiro. No entanto, fazer daytrade exige um conhecimento mais amplo e diversificado do que investir em ações, pois envolve diferentes tipos de ativos e estratégias.
– Disciplina: A disciplina de investir em ações consiste em seguir um plano de investimento definido previamente, respeitando os objetivos e o perfil do investidor. A disciplina de fazer daytrade consiste em seguir um plano de operação definido previamente, respeitando os limites de risco e de lucro. Ambas as modalidades requerem disciplina para evitar desvios emocionais ou comportamentais que possam prejudicar os resultados. No entanto, fazer daytrade exige uma disciplina mais rigorosa e constante do que investir em ações, pois envolve uma pressão maior e uma margem menor de erro.
– Impostos: O imposto de renda sobre investir em ações é cobrado sobre o lucro líquido das operações realizadas no mês. A alíquota é de 15% para operações normais (que duram mais de um dia) e 20% para operações day trade (que começam e terminam no mesmo dia). Além disso, há uma isenção para vendas de até R$ 20 mil por mês no mercado regular (que não se aplica ao mercado fracionário). O imposto de renda sobre fazer daytrade é cobrado sobre o lucro líquido das operações realizadas no mês. A alíquota é de 20% para todas as operações, independentemente do valor ou do prazo. Além disso, não há isenção para nenhuma operação. Portanto, fazer daytrade implica em uma carga tributária maior do que investir em ações.
– Taxas: As taxas de investir em ações incluem a taxa de corretagem, que é cobrada pela corretora pela execução das ordens de compra e venda das ações, e a taxa de custódia, que é cobrada pela bolsa pelo registro e guarda das ações. Além disso, há o emolumento, que é cobrado pela bolsa pela negociação das ações, e o imposto sobre operações financeiras (IOF), que é cobrado pelo governo sobre as operações de crédito, câmbio e seguro. As taxas de fazer daytrade incluem as mesmas taxas de investir em ações, mas com valores diferentes. A taxa de corretagem costuma ser menor para operações day trade do que para operações normais. A taxa de custódia não é cobrada para operações day trade, pois não há posse das ações. O emolumento é maior para operações day trade do que para operações normais. O IOF é cobrado sobre as operações alavancadas, que são comuns no daytrade. Portanto, fazer daytrade implica em um custo operacional maior do que investir em ações.
Como você pode ver, investir em ações e fazer daytrade são modalidades distintas e complexas, que exigem cuidados e critérios diferentes. Não há uma resposta única ou definitiva sobre qual delas é melhor ou pior, pois isso depende de vários fatores, como o seu perfil de investidor, o seu objetivo financeiro, o seu capital disponível, o seu tempo dedicado, o seu nível de conhecimento e experiência, etc. O importante é que você conheça as características, os benefícios e os riscos de cada uma delas, e faça uma escolha consciente e responsável sobre como investir na bolsa de valores.
Dicas para escolher entre ações e daytrade

Depois de conhecer as principais diferenças entre investir em ações e fazer daytrade, você pode estar se perguntando: como escolher entre eles? Não há uma fórmula mágica ou uma resposta pronta para essa questão, pois isso depende de vários fatores pessoais e situacionais. No entanto, existem algumas dicas que podem te ajudar a tomar uma decisão mais consciente e adequada ao seu perfil, objetivo e disponibilidade. Veja a seguir:
– Defina o seu perfil de investidor: O seu perfil de investidor é um conjunto de características que reflete o seu comportamento, as suas preferências e as suas expectativas em relação aos investimentos. O seu perfil de investidor pode ser classificado em três tipos básicos: conservador, moderado ou arrojado. O investidor conservador é aquele que prioriza a segurança e a liquidez dos seus investimentos, e que aceita uma rentabilidade menor em troca de um risco menor. O investidor moderado é aquele que busca um equilíbrio entre segurança e rentabilidade, e que tolera um risco moderado em busca de um retorno maior. O investidor arrojado é aquele que busca a máxima rentabilidade possível, e que assume um risco elevado em suas operações. Para definir o seu perfil de investidor, você pode fazer um teste online ou consultar um especialista em investimentos.
– Defina o seu objetivo financeiro: O seu objetivo financeiro é o que você pretende alcançar com os seus investimentos, seja a curto, médio ou longo prazo. O seu objetivo financeiro pode ser, por exemplo, comprar um carro, fazer uma viagem, pagar uma faculdade, se aposentar, etc. Para definir o seu objetivo financeiro, você deve considerar três aspectos: o valor, o prazo e a prioridade. O valor é quanto você precisa para realizar o seu objetivo. O prazo é quando você pretende realizar o seu objetivo. A prioridade é quão importante é o seu objetivo para você. Para definir o seu objetivo financeiro, você pode usar uma planilha online ou um aplicativo de finanças pessoais.
– Defina o seu capital disponível: O seu capital disponível é o quanto de dinheiro você tem para investir na bolsa de valores, considerando as suas receitas e despesas mensais. O seu capital disponível deve ser suficiente para cobrir as suas necessidades básicas e eventuais emergências, além de permitir uma reserva de segurança para imprevistos. O seu capital disponível também deve ser compatível com o seu perfil de investidor e o seu objetivo financeiro, pois isso influencia na escolha dos ativos e das estratégias que você vai utilizar. Para definir o seu capital disponível, você pode fazer um orçamento pessoal ou usar um aplicativo de controle financeiro.
– Defina o seu tempo dedicado: O seu tempo dedicado é o quanto de tempo você tem para se dedicar aos seus investimentos na bolsa de valores, considerando as suas atividades profissionais e pessoais. O seu tempo dedicado deve ser suficiente para estudar o mercado financeiro, analisar os ativos que pretende operar, acompanhar as operações realizadas, controlar os riscos e os resultados obtidos. O seu tempo dedicado também deve ser compatível com o seu perfil de investidor e o seu objetivo financeiro, pois isso influencia na escolha dos ativos e das estratégias que você vai utilizar. Para definir o seu tempo dedicado, você pode fazer uma agenda online ou usar um aplicativo de gerenciamento de tempo.
Depois de definir esses quatro aspectos, você pode compará-los com as características de investir em ações e fazer daytrade, e ver qual delas se encaixa melhor com a sua realidade. De forma geral, podemos dizer que:
– Investir em ações é mais adequado para quem tem um perfil moderado ou arrojado, um objetivo financeiro de médio ou longo prazo, um capital disponível razoável ou alto, e um tempo dedicado baixo ou médio.
– Fazer daytrade é mais adequado para quem tem um perfil arrojado, um objetivo financeiro de curto prazo, um capital disponível baixo ou médio, e um tempo dedicado alto.
É claro que essas são apenas orientações genéricas, e que cada caso deve ser analisado individualmente. Por isso, é importante que você faça uma autoavaliação honesta e criteriosa, e que busque informações e orientações confiáveis sobre o assunto. Lembre-se de que investir na bolsa de valores é uma atividade séria e complexa, que exige conhecimento, planejamento e disciplina. Não se deixe levar por modismos, promessas ou pressões externas. Faça a sua escolha de forma consciente e responsável, e tenha paciência e persistência para alcançar os seus objetivos. Boa sorte!
Conclusão
Neste post, eu te expliquei o que são ações e daytrade, por que eles são formas populares de investir na bolsa de valores, e quais são os benefícios e riscos de cada modalidade. Além disso, eu comparei as principais diferenças entre investir em ações e fazer daytrade, considerando aspectos como rentabilidade, risco, tempo, conhecimento, disciplina, impostos, taxas, etc. Por fim, eu te dei algumas dicas para escolher entre eles, de acordo com o seu perfil, objetivo, capital e tempo disponíveis.
Espero que este post tenha sido útil e esclarecedor para você, e que você tenha aprendido algo novo sobre o mercado financeiro. Se você gostou deste post, por favor deixe o seu comentário abaixo, compartilhe nas suas redes sociais, e siga o meu blog para receber mais conteúdos como este. Obrigado pela sua atenção e até a próxima!